Em uma das salas em que foram feitas as avaliações do ENADE 2009, quase todos os alunos deixou mais da metade da prova em branco devido a um erro de interpretação sobre uma das regras do exame. O engano ocorreu na Escola Estadual Princesa Isabel, localizada na Rua Gal. Rondon, Quitandinha, Petrópolis.
De acordo com as regras, os alunos deveriam responder as questões de número 26 a 40 referentes a seus cursos, ignorando as questões de mesmo número sobre outras áreas, mas que estavam presentes no mesmo caderno de perguntas. O problema ocorreu quando alguns coordenadores interpretaram que as questões de 1 a 25 deveriam ser ignoradas, induzindo a maioria da turma a deixá-las em branco. Estas questões eram referentes à Formação Geral e representavam mais de 25% do peso da nota. Quando o problema foi levado aos coordenadores, apenas 4 alunos permaneciam na sala e todas as provas até então entregues apresentavam as primeiras 25 questões em branco.
Alguns alunos ficaram preocupados que isto pode ter se repetido em outras salas de aula em todo o Brasil já que a regra dá espaço para dupla interpretação se lida rapidamente. Na folha de instruções dada aos alunos, a regra dizia: “Nas questões de múltipla escolha de números 26 a 37, e discursivas de número 38 a 40, você deverá responder apenas às questões referentes à habilitação do Curso na qual você está inscrito no ENADE 2009”, mas na sala em que o engano foi constatado os coordenadores escreveram no quadro que “o estudante da Área de Comunicação Social deverá responder apenas as questões referentes à sua habilitação, ou seja, objetiva: números 26 a 37; discursivas: números 38 a 40”.
Os 4 últimos alunos desta sala assinaram uma queixa sobre a falta de clareza nas instruções para ser enviada para o ENADE.
De acordo com as regras, os alunos deveriam responder as questões de número 26 a 40 referentes a seus cursos, ignorando as questões de mesmo número sobre outras áreas, mas que estavam presentes no mesmo caderno de perguntas. O problema ocorreu quando alguns coordenadores interpretaram que as questões de 1 a 25 deveriam ser ignoradas, induzindo a maioria da turma a deixá-las em branco. Estas questões eram referentes à Formação Geral e representavam mais de 25% do peso da nota. Quando o problema foi levado aos coordenadores, apenas 4 alunos permaneciam na sala e todas as provas até então entregues apresentavam as primeiras 25 questões em branco.
Alguns alunos ficaram preocupados que isto pode ter se repetido em outras salas de aula em todo o Brasil já que a regra dá espaço para dupla interpretação se lida rapidamente. Na folha de instruções dada aos alunos, a regra dizia: “Nas questões de múltipla escolha de números 26 a 37, e discursivas de número 38 a 40, você deverá responder apenas às questões referentes à habilitação do Curso na qual você está inscrito no ENADE 2009”, mas na sala em que o engano foi constatado os coordenadores escreveram no quadro que “o estudante da Área de Comunicação Social deverá responder apenas as questões referentes à sua habilitação, ou seja, objetiva: números 26 a 37; discursivas: números 38 a 40”.
Os 4 últimos alunos desta sala assinaram uma queixa sobre a falta de clareza nas instruções para ser enviada para o ENADE.
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